Economy and Society II de José Porfiro – Specific

13 de março de 2007

BOLONHA x JESSOP x ECONOMIA DA EDUCAÇÃO x CAPITAL HUMANO

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Publicada em 27 de abril 2009

Ensino Superior
Reunião de ministros na Bélgica discute ritmo da implementação da Zona Europeia de Educação Superior; início deve ser em 2010

Nos dias 28 e 29 de abril, uma conferência ministerial europeia ocorrerá na Bélgica para discutir o andamento do chamado Processo de Bolonha. Iniciado oficialmente pela Declaração de Bolonha, de 1999, o processo prevê a implantação, em 2010, da Zona Europeia de Educação Superior. Dentro da futura Zona Europeia, um sistema uniforme de formação em três níveis, com um bacharelado em três anos, seguido de mestrado de um ano no mínimo e doutorado variável, de três ou quatro anos, pretende facilitar a mobilidade de seus estudantes entre as universidades e aumentar a competitividade da Europa na disputa por estudantes estrangeiros. Desde o lançamento da declaração, conferências ministeriais como a que acontece agora ocorreram de dois em dois anos.  

Uma história do Processo de Bolonha

O primeiro passo desse processo foi dado em 1998, em Paris. Durante as comemorações do 800º aniversário da Sorbonne, os ministros da Educação da França, Alemanha, Itália e Grã-Bretanha divulgaram, no dia 25 de maio, uma "Declaração conjunta sobre a harmonização da arquitetura do sistema de educação superior europeu". Nela, os ministros (Claude Allegre, francês; Jürgen Ruttgers, alemão; Luigi Berlinguer, italiano; e Tessa Blackstone, britânica) destacaram a necessidade de dar aos estudantes europeus e não europeus a chance de se mover livremente entre universidades — o que, para eles, aumentaria também sua empregabilidade. "Devemos a nossos estudantes, e à sociedade em geral, um sistema de educação superior no qual sejam dadas a eles as melhores oportunidades de procurar e encontrar sua área de excelência", lê-se no documento. A organização do sistema em dois ciclos — graduação e pós-graduação —, facilmente reconhecíveis "para comparação internacional e equivalência" e baseados em um sistema de créditos semestrais, com o objetivo de "aumentar a mobilidade" e a cooperação acadêmica, foi delineada ali.

No ano seguinte, na Universidade de Bolonha — a mais antiga da Europa —, 26 países europeus assinaram a declaração que leva o nome da cidade italiana e que deu nome a todo o processo. A data foi 19 de junho. "Precisamos atentar especialmente para o objetivo de aumentar a competitividade internacional do sistema europeu de educação superior. A vitalidade e a eficiência de qualquer civilização pode ser medida pelo apelo que sua cultura tem para outros países. Precisamos assegurar que o sistema europeu de ensino superior adquira um grau de atração internacional igual ao das nossas extraordinárias tradições culturais e científicas", diz o documento. A declaração afirmava que os países se comprometeriam com seis objetivos, de curto prazo: cursos de graduação facilmente comparáveis; adoção do sistema "essencialmente baseado em dois ciclos, graduação e pós-graduação", com o primeiro durando no mínimo três anos e "relevante para o mercado de trabalho europeu"; estabelecimento do sistema de créditos "como um meio apropriado de promoção da mais extensa mobilidade estudantil"; promoção da mobilidade de estudantes, professores e funcionários; aumento da cooperação para assegurar a qualidade, "desenvolvendo critérios e metodologias comparáveis"; e finalmente, "promoção de dimensões europeias necessárias em educação superior", sendo exemplo dessas dimensões a cooperação institucional, o desenvolvimento de currículos e "programas integrados de estudo, treinamento e pesquisa".

A declaração marcava o próximo encontro do processo para 2001. Na reunião de Praga, Croácia, Chipre e Turquia se juntaram ao processo. Mais dois anos se passaram: no encontro de 2003, em Berlim, o doutorado foi inserido dentro do sistema como um terceiro ciclo; e a Rússia e mais sete países se juntaram aos 28 países-membros. Em 2005, na reunião em Bergen, os países signatários se comprometeram a avançar no estabelecimento do sistema de créditos que, naquele momento, só funcionava na Dinamarca, na Irlanda e na Grã-Bretanha. Em 2007, o encontro foi em Londres, do qual já participaram 46 países.

A pauta da reunião na Bélgica

Os passos, objetivos e ações do processo não têm a unanimidade da opinião acadêmica na Europa. Recentes insurreições estudantis na Grécia e na França tiveram em sua pauta uma ‘mercantilização da educação superior’, considerada associada ao processo ou motivadora dele. No entanto, o processo nunca parou de se encorpar, com a realização das conferências bianuais e de seminários entre elas — entre a reunião de 2007 e a de 2009, houve 18 seminários, nas chamadas "linhas de ação do processo": mobilidade estudantil, qualidade do ensino superior, empregabilidade, busca de um sistema de avaliação de aprendizado, educação continuada, aceitação dos cursos superiores como qualificação para o trabalho, entre outras.

A pauta da conferência prevê o debate sobre as orientações de política para os próximos dez anos — no aniversário de dez anos do início do processo de uniformização. No primeiro dia da reunião, estão previstas apresentações que situem o progresso na implementação da Zona Europeia de Ensino Superior. Três plenárias e sessões paralelas, todas no primeiro dia, vão embasar a redação do Comunicado da reunião, que deverá ser aprovada na manhã do dia seguinte. Neste ano, haverá um fórum sobre as políticas do Processo de Bolonha, aberto também a países não participantes.

Inovação Ensino Superior vai acompanhar a conferência nos próximos dias e apresentar um resumo das discussões. Já estão disponíveis na página da  conferência todos os documentos preparados para embasar as discussões. Também é possível encontrar os comunicados de todas as conferências anteriores, os documentos principais que norteiam a implementação do processo e o resultado dos seminários realizados entre 2007 e 2009. (M.T.)

 

 
Economia da Educação
Ano/Semestre: 2 / 2S Código: ECON814 Sigla: EC EDU créditos: 3 ECTS: 9

Secção: Grupo de Economia

Ocorrência: 2005/2006 – 2S
Cursos
Sigla Anos Curriculares
DEC
MEC

Horas Teóricas: 3

Tipo Docente Turmas Horas
Teóricas Totais 1 3,00
Maria Clementina Santos 0,00

Objectivos
O objectivo deste curso é o de providenciar ao estudante conhecimentos teóricos e empíricos e os instrumentos necessários à análise de tópicos na àrea da Economia da Educação e encorajar o desenvolvimento de áreas de pesquisa independentes.

Programa
Este curso dedica-se ao estudo da teoria do capital humano e a sua aplicação a vários comportamentos económicos e sociais. Os tópicos do curso incluem a evolução da teoria do capital humano; explora o tratamento teórico e empírico de assuntos económicos relacionados com a educação formal, treino geral e específico. Inclui conceitos e calculos de taxas de retorno, a questão da sinalização, a análise das contribuições da educação para o crescimento económico e os fundamentos e metodologias de financiamento da educação.

1º TÓPICO: Noção de capital humano:
1) Sua Evolução ao Longo do Tempo
2) Desenvolvimentos Recentes

2.º TÓPICO: EDUCAÇÃO COMO INVESTIMENTO EM CAPITAL HUMANO
1) Teoria do Capital Humano Versus Teorias Alternativas
2) Metodologias de Estimação da Taxa de Retorno de Investimento em Educação
3) Método de Função de Estimação Minceriana: "estado da arte"
4) Financiamento da Educação: Fundamentos e Métodos
5) Educação e Crescimento económico

Bibliografia Principal
– TEORIA BASE DE CAPITAL HUMANO

Becker, Gary (1964)´Human Capital` The University of Chicago Press.
Cohn, Elchanan and Terry G. Geske (1990) ´The Economics of Education`, 3.ª edição. Pergamon Press, capítulo 2.
Edrenberg, Ronald G. and Robert S. Smith. Modern Labor Economics: Theory and Public Policy, 5.ª edição, capítulo 9.

Ben-Porath, Yoram (1967) ´The Production of Human Capital Over the Life Cycle` Journal of Political Economy, Part 1, 75, 352-365.
Blinder, Alana and Yoran Weiss (1976) ´Human Capital and Labor Supply: A Synthesis` Journal of Political Economy, 84, 449-472.
Blaug, Mark (1976) ´The Empirical Status of Human Capital Theory: A Slightly Jaundiced Survey` Journal of Economic Literature, 14, 827-855.
Kiker, F. (1966) The Historical Roots of the Concept of Human Capital` Journal of Political Economy, 74, 481-499.
Schultz, T.W. (1961) ´Investment in Human Capital` American Economic Review 51, 1-17.

2 – EDUCAÇÃO

Educação e Capital Humano
Becker, Gary S., (1964) ´Human Capital` The University of Chicago Press.
Cohn, Elchanan and Terry G. Geske (1990)´´The Economics of Education`, 3.ª edição. Pergamon Press, capítulo 2.
Mincer, J. (1974) ´Schooling, Experience, and Earnings` New York. Capítulos 1-5, 8

Becker, Gary S. (1962) ´Investment in Human Capital: A Theoretical Analysis` Journal of Political Economy, 70 (5, part 2), 9-49.
Card, D. (1999) ´The Causal Effect of Education on Earnings` Chapter 30 in The Handbook of Labor Economics, volume 3 A. Edited by Orley Ashenfelter and David Card.

Investimentos Privados em Educação e Treino
Becker, William E. (1992) ´Why Go to College? The Value of an Investment in Higher Education`, in The Economics of Higher Education, edited by W. E. Becker and D. R. Lewis, 91-120 (Boston: Kluwer Academic Publishers,).
Card; David and Alan B. Krueger (1996) ´The Economic Return to School Quality`, In Assessing Educational Pratices: The Contribution of Economics, edited by W. E. Becker and W. J. Baumol, pp. 161-181 (Cambridge: MIT Press).
Cohn, Elchanan and Terry G. Geske (1990)´´The Economics of Education`, 3.ª edição. Pergamon Press, capítulos 3, 4, 5.
Acemoglu, Daron and Steve Pischke (1999) ´The Structure of Wages and Investment in General Training` Journal of Political Economy, 107, 539-572.
Griliches, Z. (1977) ´Estimating the Returns to Schooling: Some Econometric Problems` Econometrica, 45, 1-22.
Griliches, Z and Mason (1979) ´Education, Income and Ability` Journal of Political Economy, 80, Part 2, S7-S36.
Machlup, Fritz ´Its Creation, Distribution, and Economic Significance, vol. III: The Economics of Information and Human Capital.
Mincer, Jacob (1962) ´On-the-Job Training: Costs, Returns, and Some Implications`, Journal of Political Economy, 62, 50-79

Sinalização
Cohn, Elchanan and Terry G. Geske (1990)´The Economics of Education`, 3.ª edição. Pergamon Press, capítulo 3.

Arrow, K. (1973) ´Higher Education as a Filter` Journal of Public Economics, 2, 193-216.
Cohn, Elchanan et al, (1987) ´Further Evidence on the Screening Hypothesis` Economics Letters, 25, 289-294.
Lang, Kevin and David Kropp (1986) ´Human Capital Versus Sorting: The Effects of Compulsory Attendance Laws`, Quartely Journal of Economics, 6, 609-624.
Lang, Kevin, and David Kropp (1986) ´Human Capital Versus Sorting: The Effects of Compulsory Attendance Laws` Quartely Journal of Economics, 101, 609-624.
Layard, R. and G. Psacharopoulos (1974) ´The Screening Hypothesis and the Returns to Education` Journal of Political Economy, 82, 985-98.
Spence, Michael (1973) ´Job Market Signaling` Journal of Economics, 87, 355-374
Stiglitz, Joseph (1975) ´The Theory of Screening, Education, and the Distribution of Income` American Economic Review, 65, 283-300.

Bibliografia Complementar
Taubman, Paul, J. and Terence J. Wales (1973) ´Higher Education, Ability and Screening` Journal of Political Economy, 81, 28-55.

Workshop 1
Hansen, W. Lee (1963) `Total and Private Rates of Return to Investment in Schooling` Journal of Political Economy, 71, 128-140.
Kiker, B. F. e M. Clementina Santos, (1991) ´Human Capital and Earnings in Portugal` Economics of Education Review, 10, 117-203.
Kiker, B. F., Manuel Mendes de Oliveira e Maria Clementina Santos (1997) ´Overeducation and Undereducation: Evidence for Portugal´ Economics of Education Review, 16, 2,111-125.
Kiker, B. F. e Manuel Mendes de Oliveira. (2000) ´The Role of Human Capital and Technological Change in Overeducation` Economics of Education Review, 19, 199-206.
Psacharopoulos, George (1981) ´Returns to Education: An Update` Comparative Education, 17, 321-41.
Psacharopoulos, George (1985) ´Returns to Education: A Further International Update and Implications` Journal of Human Resources, 17, 321-41.
Psacharopoulos, George (1994) ´Returns to Investment in Education: A Global Update` World Development, 22 (9), 1325-1343.
Trostel, P., Walter, I. and Woolley, P. (2002) ´Estimates of the Economic Return to Schooling for 28 Countries`, Labor Economics, 1, 1-16.

Educação e Crescimento Económico

Cohn, Elchanan and Terry G. Geske (1990) ´The Economics of Education`, 3rd edition. Pergamon Press, capítulo 6
Becker, Murphy, and Tomura (1990) ´Human Capital, Fertility, and Economic Growth` Journal of Political Economy, 98, 279-288.
Bils, Mark and Peter J. Klenow (2000) ´Does Schooling Cause Growth?´ American Economic Review, 90(5): 1160-1208.
Krueger, A. and M. Lindahl (2001) ´Education for Growth: Why and for Whom?` Journal of Economic Literature, 39, 1101-36.
Mincer, Jacob (1984) ´Human Capital and Economic Growth` Economics of Education Review, 3, 195-205.
Mincer, Jacob (1995) ´Economic Development, Growth of Human Capital, and the Dynamics of the Wage Structure` Journal of Economic Growth, 1: 29-48.
Solmon, Lewis C. (1985) ´Quality of Education and Economic Growth` Economics of Education Review, 4, 273-290.

Financiamento de educação

Cohn, Elchanan and Terry G. Geske (1990)´The Economics of Education`, 3.ª edição. Pergamon Press, pg. 21-33 e Capitulo 12

Elchanan Cohn, Public and Private School Choice: Theoretical Considerations and Empirical Evidence. In Market Approaches to Education: Vouchers and School Choice, edited by Elchanan Cohn. Oxford: Elsevier Science, Ltd.
Garris, J. Michael and Elchanan Cohn (1996). ´Combining Efficiency and Equity: A New Funding Approach for Public Education.` Journal of Education Finance, 22, 114-134.
Masato Aoki and Susan F. Feiner (1996) ´The Economics of Market Choice and At-Risk Students.` In Assessing Educational Practices: The Contribution of Economics, edited by W. E. Becker and W.J. Baumol, pp. 75-98. Cambridge: MIT Press,.

Workshop 2
Cohn, E. and Addison, J. T. (1998) The Economic Returns to Lifelong Learning in OECD Countries` Education Economics, 6, 253-307.
Mankiw, N. Gregory, David Romer, and David N. Weil (1992) ´A Contribution to the Empirics of Economic Growth` Quartely Journal of Economics, 107, 407-438.
Psacharopoulos, G. (1989) ´Time Trends in the Returns to Education: Cross-national Evidence` Economics of Education Review, 8, 225-231.
Psacharopoulos, G. (1994) ´Returns to Investment: a Global Update` World Development, 22, 1325-1343.
Islam, N. (1995) ´Growth Empirics: A Panel Data Approach` Quartely Journal of Economics, 110, 1127-70

Métodos de Ensino
Aulas Teórico Praticas ou leituras orientadas, depedendo do número de alunos inscritos.

Modo de Avaliação
Avaliação distribuída sem exame final.

Componentes de Avaliação
uma apresentação escrita e oral de um trabalho empírico/econométrico de um dos workshops (20%)
-três trabalhos de casa referentes a cada um dos tópicos do curso (30%)
-recensão da literatura de um dos temas a seleccionar pelo aluno (10%)
-um trabalho (baseado em dois trabalhos incluídos nas referências do curso ou outros seleccionados pelo aluno) a ser apresentado e discutido no final do curso (40%)

Directrizes para o trabalho:

1- Seleccione dois artigos que digam respeito a qualquer tópico discutido no curso. Os artigos têm que dizer respeito ao mesmo assunto base.
2- Descreva brevemente cada artigo, incluindo um sumário das principais questões que estão em causa, métodos e procedimentos, resultados, principais pontos da conclusão. Tem-se que ficar com uma ideia do que pretendem os autores, que dados (se for o caso) são utilizados, e quais as conclusões a que chegam.
3- Compare os artigos: pode comparar e põr em destaque o objectivo principal, metodologia, resultados ou conclusões.
4- Discuta as implicações dos trabalhos.
5- Submeta uma cópia do seu trabalho acompanhada de cópias dos dois artigos.

Observações
Leccionação em Português ou Inglês. Material de estudo sobretudo inglês.

 

Universidade de Brasília
Departamento de Economia
Mestrado em Economia do Setor Público

ECONOMIA DA EDUCAÇÃO
ECO-333131-MS (002-000-002)

EMENTA

O curso examina os determinantes do investimento em educação analisando os fatores que afetam a oferta e a demanda dos serviços educacionais. Os tópicos incluem o estudo das externalidades geradas pela educação, a relação entre educação e crescimento econômico, o papel da capacidade individual e a análise do background familiar. O curso investiga, ainda, os determinantes da oferta de educação, com ênfase especial nos aspectos de eficiência e equidade do sistema educacional. Finalmente, aspectos relacionados à provisão pública e privada dos serviços educacionais serão analisados.

PROGRAMA

1. A rationale para a intervenção do governo no setor educacional
2. Determinantes do investimento em educação
3. A produção de serviços educacionais nas escolas primárias e secundárias
4. Características básicas do mercado de ensino superior
5. Escolas privadas versus escolas públicas: o debate contemporâneo

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Angrist J. and Krueger A. 1991, "Does compulsory school attendance affect schooling and earnings?" Quarterly Journal of Economics, 979-1015.
Ballou D. and Podursky M. 1997, “Teacher pay and teacher quality”. Kalamazoo: Upjohn Institute.
Barro, R. 1992, "Human capital and economic growth" in Policies for Long-Run Economic Growth, a Symposium Sponsored by The Federal Reserve Bank of Kansas City, 199-216; and following "Commentary" by L. Katz, 217-224.
Cohn E. and Geske T. 1990, The Economics of Education, Cap.1-10;
Coleman J. and Hoffer T. 1987, Public and Private High Schools, New York: Basic Books.
Cook P. and Frank R. 1993, "The growing concentration of top students at elite schools" in C. Clotfelter and M. Rothschild, eds. Studies of supply and Demand in Higher Education, Chicago: University of Chicago Press.
Den Hartog Georgiads, W. and Jones, H. 1989, “A review of research on headmaster and school principalship in developing countries.” World Bank, Washington, DC.
Harbison, R. W. and Hanushek, E. A. 1992, Educational Performance of the Poor.”Oxford University Press.
Hoxby, C. 1996b, "Are equity and efficiency in school finance substitutes or complements?" Journal of Economic Perspectives 8: 21-35.
Murnane E. R. et al 1991, Who Will Teach? Policies That Matter. Cambridge: Harvard University Press.Becker G. 1993, “Human Capital”, 3rd Edition, cap. 12;
McMahon W. 1992, "Externalities in education" in G. Psacharopoulos, ed. Economics of Education: Research and Studies, Oxford: Pergamon Press.
Psacharopoulos, G. 1993a, “Returns to investment in education: a global update.” Working Paper 1067, World Bank, Washington, DC.
Rothschild M. and White L. 1995, "The analytics of the pricing of higher education and other services in which the customers are inputs," Journal of Political Economy, 573-586.
Rosen S. 1977, "Human capital: a survey of empirical research" Research in Labor Economics 1: 3-40.
Spence M. 1974, Market Signalling, Cambridge: Harvard University Press.
Willis R. and Rosen S. 1979, "Education and self-selection" Journal of Political Economy, 87: S7-S36.
Winkler, D. 1994, “La educación superior en América Latina: cuestiones sobre eficiencia y equidad45”. Documentos para Discusión del Banco Mundial, 77S, Washington, DC.

AVALIAÇÃO

A avaliação do curso será feita através de uma prova escrita e um trabalho individual. O trabalho individual deverá, preferencialmente, aplicar os conceitos utilizados ao caso brasileiro. Para isso, uma bibliografia complementar, que aborda o tópico escolhido, será distribuída no início do curso.

 
 
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/…/waltenberg.pdf

Análise econômica de sistemas educativos : uma resenha crítica da literatura e uma avaliação empírica da iniqüidade do sistema educativo brasileiro.
Autor Waltenberg, Fabio Domingues
E-mail waltenberg@ires.ucl.ac.be
Unidade Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade
Área de Concentração Economia das Instituições e do Desenvolvimento
Orientador(es) Campino, Antonio Carlos Coelho (Orientador)

Banca Examinadora Campino, Antonio Carlos Coelho

Bianchi, Ana Maria Afonso Ferreira

Porto, Maria do Rosario Silveira

Data da Defesa 18/02/2003
Palavras-chave capital humano demanda de educação economia da educação funções de produção de educação justiça distributiva em educação medidas de eqüidade em educação nova economia institucional oferta de educação

Resumo Original
Esta dissertação de mestrado consiste de uma resenha crítica da teoria econômica da educação no que se refere à análise de sistemas educativos, e de um estudo empírico do desempenho do sistema educativo brasileiro, com ênfase em indicadores de iniqüidade. Procura-se apresentar a evolução e o estado atual do debate relacionados aos seguintes assuntos: demanda por educação, oferta de educação (insumos monetários e não-monetários), arranjo institucional do sistema educativo, arranjo institucional sócio-econômico (em que se insere o sistema educativo), e os produtos do sistema educativo. Por fim, por meio da análise estatística de uma base de dados internacional (PISA 2000), apresenta-se um estudo empírico que visa a avaliar o desempenho do sistema educativo brasileiro, especialmente seu grau de iniqüidade.

Folha de São Paulo, 12-02-2006 Dinheiro
NA ESTRADA

Segundo estudo de economistas da USP, da FGV e da Universidade da Pensilvânia, renda é 8,5% e 15% maior

Migrante ganha mais que local e conterrâneo
MAELI PRADO
DA REPORTAGEM LOCAL

Pela primeira vez, o senso comum que diz que o migrante é um vencedor, ao ter êxito apesar das adversidades próprias de ganhar a vida longe da terra natal, encontra respaldo acadêmico no Brasil.
Um estudo publicado na última revista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão do Ministério do Planejamento, mostra que quem migra ganha, em média, 8,54% mais do que o não-migrante que mora no seu Estado de destino (do migrante).

 
O Diálogo entre Economia e Educação como Chave para Entendimento da Aquisição da Qualificação
Vera Lúcia Bueno Fartes; Mestre em Educação. Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. E-mail: vefartes@svn.com.br

Educação e mundo do trabalho: notas sobre formas alternativas de inserção de setores qualificados
Educação e mundo do trabalho: notas sobre formas alternativas de inserção de setores qualificados
Vanilda Paiva1
Resumo: Este artigo trata das relações entre educação, economia e sociedade, recuperando a discussão que atravessou o período iniciado no pós-guerra e identificando seus impasses neste final dos anos 90. Aborda aspectos da conexão entre educação e mundo do trabalho, apoiando-se em pesquisa empírica relativa às alternativas de inserção encontradas hoje por segmentos altamente qualificados da população.

Economia e educação /
Jacques Schwartzman – Professor da UFMG e ex-integrante do Conselho Nacional de Educação

A teoria econômica pode lançar algumas luzes sobre a complexa área de educação, especialmente quanto ao funcionamento do setor privado. Diz a teoria que mercados que mais se aproximam da concorrência perfeita são mais eficientes, pois produzem mais com preços menores, quando comparados a outras formas de organização. Idealmente, a concorrência perfeita se caracterizaria pela existência de produtos iguais e compradores e vendedores em grande número, de tal forma que nenhum deles possa interferir no preço de mercado. É necessário também que haja livre entrada e que os consumidores estejam bem informados sobre o que estão comprando.

Tendo como referência este modelo, podemos examinar as conseqüências das várias medidas que vêm sendo adotadas pelo governo federal no campo do ensino superior privado. Inicialmente, constatamos uma preocupação com o excesso de pedidos de autorização de novos cursos (direito e medicina, especialmente), o que fez com que se segurasse a fila, restringindo a livre entrada. Duas condicionantes para a abertura de novos cursos foram então introduzidas: a qualidade, que já existia, e o interesse social (Portaria 2.477 do MEC). A qualidade sempre foi requisito e vem sendo perseguida há vários anos. É importante, porque torna os cursos mais homogêneos, ao estabelecer padrões mínimos, facilitando a escolha do consumidor. Já o interesse social deveria se restringir ao setor público, pois não há razão nem possibilidades práticas de interferir nas decisões de oferta e de demanda de cursos livremente estabelecidas no mercado. Ao fazê-lo, diminui-se a entrada e, conseqüentemente, a oferta total, favorecendo os cursos mais antigos. A proibição da criação de novos centros universitários e a exigência de pesquisa dos que permanecerem infligem um custo adicional, que pode levar a uma diminuição da oferta e mensalidades mais elevadas.

A informação independente deve ser uma função do governo. Ela se iniciou em meados da década de 90, especialmente com o Provão, e está agora sendo reformulada pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O seu êxito dependerá da capacidade de transmitir uma informação simples e sem ambigüidades, que possa ser entendida com facilidade pelo grande público. Dos três tipos de avaliação previstos, as condições de oferta serão mais úteis no processo de autorização para novos cursos, quando se verificará o potencial dos mesmos em oferecerem bom ensino. O seu uso para reconhecimento deveria enfatizar as melhorias ou retrocessos ocorridos no período, em vez de fornecer um conceito único. O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), que vem substituir o Provão, ainda tem que demonstrar ser um melhor substituto e, para tanto, precisa tornar mais claros os procedimentos amostrais e a possibilidade de calcular o valor agregado pelas instituições. Necessita mostrar também a sua capacidade de transformar um sistema baseado em conceitos relativos em outro, a ser apresentado em conceitos absolutos. Por fim, a auto-avaliação institucional seguida da avaliação externa é por demais complexa, exaustiva e pretensiosa, ao almejar dar conta de todos os aspectos de uma instituição de ensino. A experiência com o antigo Paiub demonstrou que os resultados podem ser de alguma valia para o público interno, mas são inadequados para uso pelo público externo. De qualquer forma, a avaliação e sua divulgação, de forma inteligível, ajuda a tornar o mercado mais eficiente.

O governo tem outros importantes papéis no ensino superior. Desde logo, constata-se que eficiência e distribuição de renda nem sempre caminham juntas. O setor privado não vai resolver a questão do acesso dos mais pobres ao ensino superior e é preciso que o governo intervenha e, neste caso, ações como o Programa Universidade para Todos (Prouni) – ao comprar vagas para alunos carentes – e o Programa de Financiamento Estudantil (Fies) – crédito educativo – são positivas e caminham na direção oposta à injusta gratuidade generalizada nos estabelecimentos públicos. O governo poderia também pensar em um órgão regulador de processos de fusões e incorporações, dificultando a criação de oligopólios e outro que se preocupasse com a eliminação da propaganda enganosa e com as questões éticas. Por fim, as IES federais não devem ser tratadas com os parâmetros do mercado. Cabe a elas a função de atender áreas importantes que não são cobertas suficientemente pelo setor privado (caso da pesquisa e da pós-graduação) e outras que tenham, aqui sim, interesse social. As Ifes deveriam também ser a referência de qualidade para o setor privado.

Fonte: Estado de Minas
[Estado de Minas ]

 
Economia da Educação
vinculada
Economia da Educação

Margarida Chagas Lopes
Lisboa e ISEG, Setembro de 2004
Economia da Educação
Nota de Abertura
Caro(a)s Aluno(a)s,
Entramos agora no 2º ano de funcionamento da disciplina de Economia da Educação. Introduzida no ano lectivo passado, no elenco do novo Plano de Estudos, esta disciplina preenche um espaço que se encontrava indevidamente em aberto, por várias razões.
Em primeiro lugar, porque constituindo o ISEG uma escola de Economia e Gestão, para além de outras Licenciaturas, era fundamental que houvesse um espaço próprio para se ensinar e debater a importância que a educação e qualificação do trabalho têm para os níveis de produtividade das organizações e de competitividade geral da economia.
Depois – ou, em primeiro lugar – porque em Ciências Sociais os indivíduos, mesmo como agentes económicos, são ou devem ser vistos não só como factores de produção, mas também, e essencialmente, como os legítimos destinatários dos resultados da actividade económica e social. Ora, as condições do acesso a essa actividade, do seu exercício, e da partilha e redistribuição dos resultados da mesma são, de facto, altamente determinadas pelos processos de educação, seus sucessos e fracassos.
Encontramo-nos ainda, não é novidade para ninguém, numa sociedade que caminha para um envelhecimento acentuado e na qual uma parte significativa da população activa e empregue tem já uma elevada idade média. Ou seja, coexistem neste momento na nossa sociedade e na nossa economia gerações e escalões etários muito diferenciados quanto aos níveis de escolaridade e formação inicial, pois que, como facilmente se constata, o acesso à escola e a níveis de qualificação mais elevados tem vindo a aumentar ao longo do tempo. Vê-lo-emos concretamente no caso português, através de informação estatística adequada.
No entanto, não só na e através da escola se aprende. Este facto, perfeitamente assumido nos nossos dias, tem um significado bem preciso: aprendemos quando convivemos, quando participamos associativa ou civicamente, quando “navegamos” na Internet, quando vamos ao cinema ou visitamos exposições, quando viajamos…Mas aprendemos também, e muito especialmente, quando trabalhamos. De tal forma este aspecto é importante que, de há muito, sociedades como a japonesa vêm integrando o “saber de experiência feito” (learning by doing) dos trabalhadores mais antigos nos processos de aprendizagem dos novos recrutados… com vantagens importantes não só para a produtividade da empresa, como também para a inserção e socialização dos novos trabalhadores.
Mas, e em Portugal? Algo começa a ser feito também neste domínio, como veremos; aliás, não poderia ser de forma diferente, dado o baixo nível de escolaridade, a par do enorme património em experiência de trabalho, dos tais trabalhadores de idade mais avançada.
E na escolaridade inicial, como vamos? Sabe-se hoje – falaremos nisso – que o nível e qualidade da formação inicial condicionam toda a nossa futura vida profissional, mas também o nosso desenvolvimento cultural e social posteriores. Pois, com efeito, não vamos bem. E, apesar das reformas em curso poderem ser portadoras de alavancas de progresso em educação, subsistem muitos e importantes problemas por resolver – como, por exemplo, o que faz de nós o Estado Europeu com maior taxa de abandono escolar e saída antecipada e precoce, como iremos analisar.
Que factores poderão estar por detrás de tal insucesso? O nível cultural e sócio-educacional das famílias de origem? Tem a sua importância, como veremos. O nível e estabilidade do rendimento familiar, a impedir ou dificultar a frequência da escola – ou de níveis mais elevados de ensino – e a necessitar, eventualmente, do potencial salário que o/a jovem dificilmente poderão ganhar enquanto estudam? Não deixam de estar também presentes como explicações da realidade que nos cerca, como iremos ver, mesmo quando o ensino “é tendencialmente gratutito”, como aponta a Constituição da República Portuguesa. Mas também constataremos a influência de outros factores, como a falta de poder de atracção da escola para certos públicos, especialmente quando os currículos e programas se não revelam muito motivadores.
Com o 25 de Abril e a democracia, generalizou-se a escolaridade, começando pelos níveis de instrução mais baixos e subindo, lenta e sucessivamente, até ao ensino superior. Mas será que este processo se traduz, necessariamente e só por si, em grandes avanços no desenvolvimento económico global e na melhoria das condições de vida a nível individual ? Será que, efectivamente, “vale a pena estudar”, como muitas vezes nos perguntamos ? Posso desde já adiantar que a resposta é sim – no Portugal dos nossos dias, e em confronto com outros países e, desde logo, os da União Europeia, a procura de mais estudos está, em geral, associada a uma melhoria das condições médias de vida, mesmo em termos monetários e de empregabilidade. O que não significa que não se verifiquem, como bem sabemos, dificuldades de emprego, ou subaproveitamento dos conhecimentos adquiridos nos estudos, em vários domínios e áreas de formação. É interessante percebermos porque assim sucede.
No entanto, se estudar mais constitui, indiscutivelmente um valor, tanto para cada um de nós como socialmente, o acesso ao estudo, do ponto de vista do financiamento, constitui também um aspecto fundamental a considerar. A proposta governamental de Lei de Bases da Educação, que foi objecto de veto Presidencial sendo remetida de novo para debate parlamentar[1], insiste, como veremos, no direito à liberdade de escolha da educação. Mas que educação: no ensino público ou privado? Até à escolaridade mínima (e obrigatória), que tende a estender-se ao 12º ano, ou prosseguindo para estudos superiores e, eventualmente, pós-graduados? Estaremos todos na mesma situação (igualdade de oportunidades no acesso e decurso…) face a estes aspectos ? Qual deverá ser o papel do Estado no financiamento da Educação: financiador (quase) integral durante a escolaridade obrigatória, cedendo subsequentemente e cada vez mais às famílias o papel de financiador? Ou, alternativamente, estendendo a sua intervenção financiadora até tão tarde, nos estudos, quanto possível? E ainda, questão fundamental nos tempos que vivemos, qual destas modalidades contribuirá para uma situação socialmente mais equitativa, em países como o nosso ? Convido-vos, desde já, a começarem a reflectir sobre questões como estas.
Pelo meu lado, enquanto responsável pela disciplina terei oportunidade de vos ir pondo em contacto, ao longo das aulas, com metodologias e resultados da investigação sobre questões como as anteriores, nas quais de há muito venho desenvolvendo trabalho de investigação ou detendo intervenção institucional.
Assim, e apenas para referir alguns dos trabalhos e estudos em que tenho intervindo ou que venho coordenando, destacarei:
– a participação na Comissão para o Ano Europeu da Educação e Formação e ao Longo da Vida (1996);
– a intervenção no painel de especialistas que conduziu o debate A New Paradigm for a Learning Society, por convite do Banco Mundial – rede de Tecnologia, activo na Internet em Novembro e Dezembro de 1997;
– a coordenação e co-autoria, com outros dois colegas docentes, de um estudo sobre o Financiamento da Educação, (in A Evolução do Sistema Educativo e o PRODEP, Lisboa, DAPP-Ministério da Educação, 1998);
– a elaboração e apresentação da comunicação “Modelos de transição em Ciclo de Vida”, Lisboa e ISEG, Seminário do Departamento de Economia, 1999;
– a co-autoria do estudo “O Ensino Superior e a Formação e Aprendizagem ao Longo da Vida”, in Ensino Superior e Competitividade, Lisboa, Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior (2001);
– a co-autoria da comunicação “Gender, life cycle trajectories and their determinants in the Portuguese labour market”, Kiel Seminar, 2002;
– a co-autoria do livro Educação e Trabalho Infantil em Portugal, em edição pelo Ministério do Trabalho;
– a co-autoria e apresentação da comunicação “School Failure and Intergenerational «Human Capital» Transmission in Portugal”, na European Conference on Educational Research, na Universidade de Creta, entre 21 e 25 de Setembro últimos.
Claro que as apresentações se fazem, ou vão fazendo, nas aulas. Mas se, desde já, quiserem saber mais a meu respeito, poderão consultar a minha página electrónica, com o seguinte endereço:

http://pascal.iseg.utl.pt/~mclopes/

Relativamente à apresentação da disciplina de Economia da Educação, consideremos agora os seus elementos fundamentais.

I) Programa da Disciplina

Introdução: Breve referência à História da Educação em Portugal

Capítulo 1: O Mercado de Educação

1.1.- Procura privada e social de Educação

1.2.- Oferta de Educação

1.3.- Processos e modelos de ajustamento

1.4.- Instâncias reguladoras – Estado, mercado, modelos mistos.

1.5.- Eficácia, eficiência, qualidade e efectivação da educação.

Capítulo 2: Educação e Desenvolvimento

2.1.- Educação, Crescimento e Desenvolvimento Económicos

2.2.- Externalidades positivas e negativas da Educação

2.3.- Educação, Igualdade de Oportunidades e Coesão Social.

Capítulo 3: Aprendizagens em Ciclo de Vida

3.1.- O Investimento em Capital Humano e a rentabilidade individual e social da Educação

3.2.- Educação formal, formação profissional e experiências de trabalho – dados sobre Portugal.

Capítulo 4: Aprendizagem Organizacional e Gestão do Conhecimento

4.1.- O Desenvolvimento de Competências como estratégia empresarial

4.2.-Endogeneização/externalização da aprendizagem organizacional

4.3.- A Gestão do Conhecimento -introdução

4.3.- Panorâmica da realidade portuguesa.

Capítulo 5: Educação e Aprendizagem como processos inter-institucionais

5.1.- Comunidades educativas, parcerias e redes transnacionais

5.2.- Diagnóstico permanente, inserção e follow up

5.3.- Redes transnacionais relevantes para Portugal.

Capítulo 6: Modelos organizacionais e de Financiamento da Educação

6.1.- Igualdade de Oportunidades, Equidade e Liberdade de Escolha.

6.2.- Modelos de sistemas de financiamento.

6.3.- Portugal, na transição entre modelos: a Lei de Bases da Educação (1986) e a Proposta de Lei de Bases do Sistema Educativo (2003).

II) Bibliografia [A Bibliografia básica está marcada com (*)[2]. Está disponível na Biblioteca do ISEG, em versão electrónica on-line, à venda no mercado ou será cedida pela Docente]

* Ambrósio, T. (2000), Educação e Desenvolvimento- contributos para uma mudança reflexiva da Educação, Anais da UIED, Costa da Caparica, FCT/Universidade Nova de Lisboa [(*)];

· Blaug, M. (1991…), An Introduction to the Economics of Education, UK, Gregg Revivals [Biblioteca do ISEG] [(*)] / Alternativa: Joanis, M. (2002);

· Blöndel, S. et alii (2002), “Investment in Human Capital through Post-compulsory Education and Training: selected efficiency and equity aspects”, OECD, Economics Department, WP333; [(*)] [Edição on-line];

· Card, D. (1999), “The Causal Effects of Education on Earnings”, Ashenfelter, O. e O. Layard (eds.), Handbook of Labour Economics, Amsterdam, North Holland; [Biblioteca do ISEG];

· Carneiro, R. et alii (2000), O futuro da Educação em Portugal – tendências e oportunidades, Cap. IV, Tomo I, Lisboa, DAPP/Min. Educação [também em http://www.dapp.min-edu.pt ];

· Carnoy, M. (1999), Globalisation and Educational Reform – what planners need to know, UNESCO, IIEP (http://www.unesco.org/iiep) ;

· CEDEFOP (2003), Lifelong Learning: Citizen’s Views, Luxemburgo, EC, [(*)] [Edição on-line];

· Chagas Lopes, M. (1995), Estratégias de Qualificação e Metodologias de Avaliação, Oeiras, Ed. Celta;

· Chagas Lopes, M. et alii (1998), “Financiamento da Educação”, in A Evolução do Sistema Educativo e o PRODEP, Lisboa, DAPP/Ministério da Educação; [(*)]

· Chagas Lopes, M. e Pinto, A. (1999), Competitividade, Aprendizagens e Soluções Pedagógicas, Oeiras, Ed. Celta; [(*)]

· Chagas Lopes, M. e Pinto, A. (2001), “O Ensino Superior e a Formação e Aprendizagem ao Longo da Vida”, in Ensino Superior e Competitividade, Lisboa, CNAVES;

· Chagas Lopes, M. e P. Goulart (no prelo), Educação e Trabalho Infantil em Portugal, Lisboa, Ministério da Segurança Social e do Trabalho, Parte I, [(*)];

· Chagas Lopes, M. e J. Cavaco Medeiros (2004), “School Failure and Intergenerational «Human Capital» Transmission in Portugal”, European Conference on Educational Research, Universidade de Creta;

· Clemens, M. (2004), “The Long Walk to School: International Education Goals in Historical Perspective”, UN Millenium Project Task Force on Education [edição on-line];

· De Fraja, G. (2002), “Affirmative Action and Efficiency in Education”, CEPR, D.Paper 3357 [edição on-line];

· Dur, R. e C.N. Teulings (2003), « Are education subsidies an efficient redistributive device ? », Rotterdam, Erasmus University – Tinbergen Institute [edição on-line]; [(*)]/ Alternativa: Epple, D. e R. Romero (2000);

· Epple, D. e R. Romero (2000), “Educational Vouchers and Cream Skimming”, NBER W. Papers [edição on-line]; [(*)]/ Alternativa: Dur, R. e C.N. Teulings (2003);

· EURYDICE (2000), Aprendizagem ao Longo da Vida: a contribuição dos sistemas educativos dos Estados Membros da UEM, Bruxelas, CE-DG. Educação e Cultura; [edição on-line];

· EUROSTAT (…), Education in Europe, Statistics in Focus…

· Hirsch, D. (2002), « What Works in Innovation in Education ?», OECD, CERI [edição on-line];

· Joanis, M. (2002), « L’Économie de l’Éducation : méthodologies, constats et leçons », Montréal, CIRANO [Alternativo a Blaug, M. (1991)] [(*)] , [edição on-line] ;

· Kocher, C. e M. Gopal (1998), Enhancing Participation, Expanding Access : the double axis of sustainable educational development, Washington, Institute for Educational Policy Studies [edição on-line] ;

· Lazear, E. (1999), Educational Production, Cambridge, NBER W.Paper 7349 [(*)] [edição on-line] ;

· Mesquita, L. (2000), “Os Mercados Educativos”, in Educação e Desenvolvimento Económico, pp. 71-90, Lisboa, Instituto de Inovação Educacional [(*)] [edição on-line] ;

· Ministério da Educação (VV.AA.), Estatísticas da Educação, Lisboa;

· Ministro Adjunto do Primeiro Ministro (2003), Proposta de Lei de Bases da Educação – Exposição e Motivos, Lisboa, MAPM; [(*)];

· OECD (2001, 2002, 2003, 2004), Education at a Glance, Paris, OCDE; [(*)]; [edição on-line];

· Prostes da Fonseca, J. M. et alii (1998), “Reflexões sobre Democratização, Qualidade, Modernização”, in A Evolução do Sistema Educativo e o PRODEP, Lisboa, DAPP/Ministério da Educação; [(*)]

· Psacharapoulos, G. e M. Woodhall (1998), Cost Sharing in Education – Public Finance, School and Household Perspectives, Education Reseach Paper nº 27 [edição on-line];

· Stoer, S.R. et alii (2001), Transnacionalização da Educação – da crise da educação à” educação” da Crise, Porto, Ed. Afrontamento [(*)];

· Weber, F. (2001) European Knowledge and Management Fórum, EC (http://www.knowledgeboard.com ) [(*)];

· Worswick, G.D.N. (1986), Education and Economic Performance, Vermont, USA; Gower Publishing Cº. [Biblioteca do ISEG].

III) Natureza e Estrutura das Aulas

As aulas são teórico-práticas. Assim, cada Capítulo está subdividido em pontos de abordagem essencialmente teórica (apresentados a dois dígitos) aos quais se segue uma a duas aulas de natureza prática. Estas têm como principal objectivo a caracterização da situação em Portugal, através da consideração de estatísticas (portuguesas, da OCDE, do EUROSTAT) e de resultados de estudos de investigação recentes.

Periodicamente, serão por mim indicados temas para posterior aprofundamento e debate, nas duas a três aulas que prevejo venham a ser especialmente afectadas a tais realizações.[3]

Relativamente à Planificação das Aulas, prevejo (sugestão provisória de textos):

Introdução: 1 aula [Candeias, A. (2001), “Processos de construção da alfabetização e da escolaridade: O caso português”, in Stephen Stoer et alii (orgs.), Transnacionalização da Educação…, Porto, Afrontamento ]

Capítulo 1: 7/8 aulas, incluindo 1 Prática [M. Blaug, Capítulos 1 e 2; E. Cohn, Capítulos 2,4 e 5; Bibliografia Complementar – Leopoldo Mesquita ]

Capitulo 2: 4 aulas, incluindo 1 Prática [M. Blaug, Capítulos 3 e 7; E. Cohn, Capítulo 7; G.D.N. Worswick, Parte III]

Capítulo 3: 4 aulas, incluindo 1 Prática [E. Cohn, Capítulos 2 e 4; G.D.N. Worswick, Parte II; M. Chagas Lopes Estratégias de Qualificação Capítulos 4 e 5]

Capítulo 4: 4 aulas, incluindo 1 Prática [M. Chagas Lopes, Estratégias de Qualificação, Capítulos 1 e 2; M. Chagas Lopes e A. Pinto, Competitividade, Aprendizagens e Soluções Pedagógicas, Capítulos 2 e 3]
Capítulo 5: 1 a 2 aulas [M. Chagas Lopes, op. cit; M. Chagas Lopes e A. Pinto, op. cit.,; estudo da CNAVES]

Capítulo 6: 2 aulas [ M. Blaug, Capítulo 10]

IV) Avaliação de Conhecimentos

Dada a natureza teórico-prática das aulas, é fortemente aconselhado o modelo de avaliação contínua, não só por permitir um muito maior contacto com problemas concretos, através da realização do trabalho, como também porque facilita o acompanhamento regular da matéria, sendo factor decisivo a comparência às aulas. Neste modelo existem três elementos de avaliação:

– um trabalho de grupo (vale 50%)

– a realização da PADEF (vale 50%)

– a participação no debate e preparação e discussão de temas, nas aulas a combinar e segundo as questões previamente indicadas (valorização: 0, 1 ou 2 valores).

Alternativamente à avaliação contínua, vigora a modalidade de apresentação à PADEF, a qual valerá neste caso 100% da classificação.

Lisboa e ISEG, Setembro de 2004

(Margarida Chagas Lopes, Profª. Auxiliar com Agregação)

ECONOMIA DA EDUCAÇÃO
DISCIPLINA: ECONOMIA DA EDUCAÇÃO
ANO LECTIVO:
2004/2005  SEMESTRE: 2º

LICENCIATURA: Gestão

Economia
Ciências da Educação
Responsável: Prof. Doutor Pedro Telhado Pereira

Assistente: Dr. Paulo Oliveira

OBJECTIVOS

Finalidades: A cadeira de Economia da Educação tem como objectivo os alunos usarem a lógica económica na abordagem dos problemas levantados pela Educação, quer do ponto de vista do decisor individual, quer do ponto de vista da decisão política.

Objectivos de Aprendizagem:

1) Compreender e aplicar os conceitos de Economia.

2) Apreender a metodologia da lógica económica.

3) Resolver problemas da Educação utilizando a metodologia da lógica económica e os conceitos aprendidos.

Duas Questões

Apresentam-se em seguida duas questões que têm por base estes objectivos. Ao terminar cada capítulo da disciplina, o aluno deve questionar-se de forma introspectiva com as seguintes questões.

1) Compreendo a teoria/ modelo?

2) Sei como aplicar o modelo ao contexto da Educação?

METODOLOGIA

Os programas das aulas teóricas e práticas, as exposições orais, as frequências e os exames finais estão concebidos para desenvolver e testar de forma aprofundada a compreensão dos conceitos e a apreensão da lógica própria da economia. A participação nas aulas práticas ajudará o aluno a adquirir a capacidade de aplicar os princípios e ideias da economia.

Formato de Leccionação

O programa das aulas teóricas é complementado pelo programa das aulas práticas. Cada aluno será integrado num grupo para as aulas práticas.

No início de cada aula há um período de esclarecimento de dúvidas dos alunos.

As aulas têm início 10 minutos após a hora marcada no horário e terminam à hora indicada.

PROGRAMA

PROGRAMA E LEITURAS FUNDAMENTAIS

0.INTRODUÇÃO – Conceitos Básicos

Leitura Fundamental: Samuelson, Paul A. and William D. Nordhaus (1999), Cap. 1-3.

1. A PROCURA DE EDUCAÇÃO

Leituras:

Asplund, Rita and Pedro Telhado Pereira, (1999), An Introduction to the Reviews

Cabrito, Belmiro Gil, (2002), Economia da Educação, Cap. I.

Filer, Randall, Daniel S. Hamermesh and Albert E. Rees, (1996), Chap. 3.

Harmon, Colm, Ian Walker and Niels Westergaard-Nielsen, (2001), Chap. 1.

Paredes, Fernando Barreiras et al., Does Education Improve Productivity or Earnings Only? – Evidence from France and Spain.

Pereira, Pedro Telhado e Pedro Silva Martins, (2001), Portugal.

Pereira, Pedro Telhado e Pedro Silva Martins, (2002), Education and Earnings in Portugal.

2. TÓPICOS DE PROCURA DE TRABALHO QUALIFICADO

Qual a qualificação do trabalhador a contratar? – Lazear, Edward P., (1998), Personnel Economics for Managers, Chap. 2.

Política de recrutamento e contrato. – Lazear, Edward P., (1998), Personnel Economics for Managers, Chap.3.

Selecção dos trabalhadores e afectação dos trabalhadores. – Lazear, Edward P., (1998), Personnel Economics for Managers, Chap.4.

2.A PRODUÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leituras:

Barth, Erling and Marianne Roed, (2001), Do We Need all that Education? Evidence from 15 European Countries.

Card, D. and A. B. Krueguer, (1996), School Resources and Student Outocomes: An Overview of the Literature and New Evidence from North and South Carolina.

Clements, Benedict, (1999), The Eficiency of Education Expenditure in Portugal.

St. Aubyn, Miguel, (2003), Evaluating Efficiency in the Portuguese Education Sector.

3.PROVISÃO DA EDUCAÇÃO E FINANCIAMENTO DO ENSINO SUPERIOR

Leituras:

Cabrito, Belmiro Gil, (2002), Economia da Educação, Cap. III e IV.

4. EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

Cabrito, Belmiro Gil, (2002), Economia da Educação, Cap. II.

Cohen, Daniel and Marcelo Soto (2001), Growth and Human Capital.

Fuente, Angel de La and Rafael Domenech (2000), Human Capital in Growth Regressions: How Much Difference Does Data Quality Make?

Krueger, Alan B. and Mikael Lindahl, (2000), Education for Growth: Why and For Whom?

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia

Asplund, Rita and Pedro Telhado Pereira, (1999), An Introduction to the Reviews, in Rita Asplund and Pedro Telhado Pereira (ed.), Returns to Human Capital in Europe – A Literature Review, Taloustieto Oy.

Barth, Erling and Marianne Roed, (2001), Do We Need all that Education? Evidence from 15 European Countries, in Rita Asplund (ed.), Education and Earnings – Further Evidence from Europe, Taloustieto Oy.

Cabrito, Belmiro Gil, (2002), Economia da Educação, Texto Editora.

Card, D. and A. B. Krueguer, (1996), School Resources and Student Outocomes: An Overview of the Literature and New Evidence from North and South Carolina., Journal of Economic Perspectives, 10, 31-50.

Cohen, Daniel and Marcelo Soto (2001), Growth and Human Capital, Centre for Economic Research, 3025

Clements, Benedict, (1999), The Eficiency of Education Expenditure in Portugal, International Monetary Fund Working Paper, .

Filer, Randall, Daniel S. Hamermesh and Albert E. Rees, (1996), The Economics of Work and Pay, 6 edition, Harper Colins College Publishers

Fuente, Angel de La and Rafael Domenech (2000), Human Capital in Growth Regressions: How Much Difference Does Data Quality Make?, Centre for Economic Research, 2466.

Harmon, Colm, Ian Walker and Niels Westergaard-Nielsen, (2001), Education and Earnings in Europe: a Cross Country Analysis of Returns to Education, Edward Elgar.

Lazear, Edward P., (1998), Personnel Economics for Managers, John Wiley & Sons, New York.

Krueger, Alan B. and Mikael Lindahl, (2000), Education for Growth: Why and For Whom?, Industrial Relations Section, Princeton University, 429.

Paredes, Fernando Barreiras et al., Does Education Improve Productivity or Earnings Only? – Evidence from France and Spain, in in Rita Asplund (ed.), Education and Earnings – Further Evidence from Europe, Taloustieto Oy.

Pereira, Pedro Telhado e Pedro Silva Martins, (2001), Portugal in Colm Harmon,, Ian Walker and Niels Westergaard-Nielsen (ed.), Education and Earnings in Europe: a Cross Country Analysis of Returns to Education, Edward Elgar.

Pereira, Pedro Telhado e Pedro Silva Martins, (2002), Education and Earnings in Portugal, paper prepared for the Conference "Desenvolvimento Económico Português no Espaço Europeu: Determinantes e Políticas", Banco de Portugal.

Samuelson, Paul A. and William D. Nordhaus (1999), Economia, 16 edição, McGraw-Hill.

St. Aubyn, Miguel, (2003), Evaluating Efficiency in the Portuguese Education Sector, Economia (forthcoming).

.

Leituras e Leituras Prévias

Algumas indicações sobre as prioridades de leitura e referências adicionais serão fornecidas durante as aulas teóricas.

É importante que os alunos alarguem as suas leituras para além das obras acima lendo, nomeadamente, os artigos que vão saindo na imprensa, particularmente em matérias de aplicação.

Para alcançar uma aprendizagem significativa o aluno deve ter realizado todas as leituras indicadas previamente a cada aula teórica. As aulas teóricas são complementares às leituras e não substitutas destas. As leituras são essenciais para uma boa compreensão das matérias alvo de discussão nas aulas teóricas e práticas. Recomenda-se aos alunos a leitura dos textos e artigos de economia sempre acompanhada de folha de papel e lápis para que possam desenhar diagramas e assim verificarem se compreendem a análise e a sabem aplicar a outros casos.

AVALIAÇÃO

A avaliação é individual e sem consulta.

Avaliação por Exame:

Para todos os outros alunos a nota final é a nota do exame arredondada para o inteiro mais próximo.

OUTROS ELEMENTOS

OBJECTIVOS DAS AULAS PRÁTICAS:

Porque pensamos que o aluno deve participar activamente nas aulas práticas, a leitura prévia é fundamental. A função das aulas práticas é a de desenvolver extensões e aplicações da análise nas aulas teóricas e, em alguns casos, introduzir material inteiramente novo.

Atendendo a uma análise custo-benefício aqui vão um conjunto de benefícios que o aluno deve ter em conta quando escolhe ter uma participação activa nas aulas práticas (deixa-se ao aluno pensar os custos decorrentes):

Participar activamente e aprofundar a compreensão.
Ouvir e discutir uma diversidade de pontos de vista.
Desenvolver a capacidade criativa.
Adquirir competências transferíveis para a vida não académica – a capacidade de realizar uma exposição eficiente e estruturada, a capacidade de envolver-se no debate estimulando a auto-estima.
Ter a oportunidade de participar e interagir com os outros.
Construir a sua própria aprendizagem.

O QUE O ALUNO DEVE SABER, COMPREENDER E IMPLEMENTAR NO FIM DA ABORDAGEM DE CADA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

À medida que os conteúdos forem apresentados será colocado na internet o que aluno deve saber, compreender ou implementar.

COMPETÊNCIAS TRANSFERÍVEIS EM ECONOMIA:

O processo de aprendizagem em Economia da Educação desenvolve competências transferíveis substanciais a que o aluno deve dar especial atenção:

1) A Economia trata da afectação de recursos escassos. Muitos licenciados com actividade profissional nos sectores privado e público são confrontados com problemas de afectação de recursos escassos. Os princípios económicos e o pensamento lógico que o estudo da economia permite inculcar nos estudantes constituem um instrumento importante e útil para tais profissionais. O estudo da economia ajudará o aluno a estruturar o seu pensamento de forma analítica, o que é aplicável para além do contexto profissional.

2) Capacidades de Comunicação Oral. É reconhecido que muitos empregadores colocam grande ênfase neste atributo. O aluno que contribui com uma boa apresentação oral e participa activamente no debate está a aprofundar este atributo.

3) A capacidade de desenvolver relações de sinergia e de cooperação com outras pessoas são também valorizadas pelos empregadores. O enquadramento do aluno num grupo de trabalho visa o desenvolvimento dessas capacidades.

4) Julgamento e Avaliação. A Economia contribui para o desenvolvimento destas competências ao desenvolver a capacidade de identificar forças e fraquezas da argumentação teórica e de determinar as implicações de evidências relevantes.

5) Os métodos económicos constituem uma combinação de instrumentos e abordagens a uma variedade de matérias. Estes instrumentos – análise lógica verbal, matemática e diagramática – contribuem para uma formação que estimula a flexibilidade na aprendizagem, outra característica valorizada pelos empregadores.

Atendimento aos alunos, a combinar

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