Economy and Society II de José Porfiro – Specific

13 de abril de 2007

NOVOS – CLÁSSICOS E KEYNESIANOS + Ciência Econômica por Delfim Netto

Filed under: Sem categoria — Porfiro @ 5:20 PM

 

New Keynesian Economics

by N. Gregory Mankiw

 

Economia em Debate

"As idéias dos economistas e dos filósofos políticos, estejam elas

Segunda-feira, Abril 09, 2007

Novos Clássicos X Novos Keynesianos

A seguir, um parágrafo de uma resenha feita pelo Diretor de Pesquisas em Economia do FMI, Kenneth Rogoff, sobre o modelo de overshooting cambial do Dornbusch. Rogoff é doutor pelo MIT, e, portanto, novo-keynesiano (tal como o Paul Krugman), assim como os economistas de Harvard (tipo o Jeffrey Sachs). Os arqui-inimigos dos novos-keynesianos, nos Estados Unidos, são os novos-clássicos (Lucas, Sargent, Prescott, …) da Universidade de Chicago.

Em termos técnicos, os novos-keynesianos acreditam no poder ativo da política fiscal e monetária no curto prazo (mesmo que muitos não defendam seu uso recorrente pelas autoridades) e existência de rigidez de preços e de salários no curto prazo devido à presença de imperfeições nos mecanismos de mercado. Imperfeições essas que são, na verdade, as próprias características organizacionais de cada mercado, e que, além disso, constituem em fontes causadoras e propagadoras de choques econômicos, gerando ciclos. Os novos-clássicos, por sua vez, defendem a impotência da política econômica, neutralidade da moeda no curto prazo, ciclos reais de negócios (os ciclos econômicos são entendidos como choques tecnológicos), perfeição dos mercados e aproximação do equilíbrio macroeconômico com o equilíbrio geral microeconômico. Os novos-clássicos dominaram a cena do mainstream macroeconômico dos anos 70 até o final dos anos 90, quando os modelos novos-keynesianos passaram a tomar cada vez mais destaque, e os mesmos acabaram por incorporar a formalização teórica e metodológica rígida do novo-classicismo. Atualmente, os manuais de macroeconomia estudados nos cursos de graduação (Sachs, Krugman, Mankiw, Blanchard) são predominantemente novos-keynesianos.

Parágrafo traduzido:

Existem muitos de nós, na minha geração de macroeconomistas, que ainda carregam as cicatrizes de não estarem autorizados a publicar artigos com modelos de rigidez de preços durante os anos de repressão novo-clássica. Eu ainda me lembro de um café da manhã, na metade dos anos 80, com um talentoso jovem macroeconomista de Barcelona, que seguia a escola de Chicago-Minessota (novos-clássicos). Ele firmemente acreditava nos modelos de ilhas de preços flexíveis de Lucas, e passou boa parte da refeição discursando sobre as inadequações do modelo de Dornbusch: "Que lixo! Quem ainda escreve modelos com preços e salários rígidos! Não há microfundamentações. Por que os macroeconomistas pensam que um modelo como esse tem alguma relevância prática? É ridículo!" Mais tarde, o tema da conversa mudou, e eu perguntei, "Então, como vocês estão indo em recrutamento (de professores e pesquisadores)? A universidade de vocês fez muitas mudanças.". O economista respondeu sem hesitar: "Oh, é muito difícil para as universidades espanholas recrutar profissionais do resto do mundo hoje em dia. Com a recente depreciação do câmbio, nossos salários (que permaneceram fixos em termos nominais) ficaram totalmente não-competitivos". E assim é a vida.

O artigo do Rogoff, completo e em inglês, está aqui.

Pelo visto, não é só no Brasil que os economistas vivem obscecados com guerras teóricas contra seus "arqui-inimigos" eleitos por eles mesmos e suas escolas de pensamento. Mas ainda acho que a histórica rivalidade no Brasil de monetaristas (ortodoxos) e estruturalistas (cepalinos, heterodoxos), é mais violenta.

De qualquer jeito, recomendo a todos a leitura da resenha. É bastante informal e intuitiva, e o autor escreve várias passagens de lembranças de sua vida acadêmica.

 
 
 
Os macroeconomistas

Antonio Delfim Netto

Valor, 10.7.2007

A nação dos macroeconomistas divide-se em muitas tribos. Um etnologista distinguiria pelo menos nove delas, com diferentes culturas. Sete tribos têm um comportamento mais pacífico e aceitam a organização social em que vivemos. Dividem-se, ainda, em dois subgrupos. O primeiro inclui: 1) a ortodoxa monetarista; 2) a neoclássica; 3) a dos ciclos reais; 4) a austríaca, todas predispostas a um certo "cientificismo", e que é hoje dominante. Por conveniência podemos chamá-lo de "neoliberais".

O segundo subgrupo abrange: 5) a keynesiana; 6) a neokeynesiana e 7) a pós-keynesiana, com a predisposição de dar à economia o caráter de uma ciência moral, mas cujo avanço empírico continua deficiente. Perdeu prestígio acadêmico em meados dos anos 70, mas está em ressurreição pela necessidade de aumentar a relevância da teoria econômica. Podemos chamá-lo de "keynesianos". Há, ainda, duas tribos que não aceitam a atual estrutura social e se propõem a mudá-la por dois caminhos (a revolução ou a urna): 8) a marxista; 9) a neomarxista, que podemos chamar de "marxistas".

O sistema econômico é tão rico e complexo que cada uma delas reivindica (com razão) a capacidade de "explicar" algumas das suas facetas, o que torna a competição entre as tribos feroz e instrutiva. A grande distinção entre os neoliberais e os keynesianos resume-se em aceitar ou não a hipótese que o sistema econômico obedece a leis naturais e que, deixado a si mesmo, com a menor intervenção do Estado (a não ser no provimento dos bens públicos essenciais), ele produzirá, num tempo finito e suportável, pelo funcionamento da "inteligência dos mercados", a felicidade geral. Para os neoclássicos (mesmo os agnósticos), Deus consulta continuadamente o "mercado". De fato, como Ele quer o melhor para os homens que criou, materializa-se no "mercado" para conduzi-los de volta ao paraíso.

Os keynesianos podem até crer em Deus, mas têm imensas dúvidas de que o "mercado" seja o seu ectoplasma. Assistindo todos os dias à incapacidade do "mercado" (reconhecidamente eficiente e compatível com a liberdade individual) de resolver os problemas distributivos, e inconformados com o fato de que as flutuações do emprego sejam apenas "o produto natural de um fenômeno natural", resultado do comportamento racional dos agentes econômicos como querem os neoliberais, socorrem-se da ação do Estado, mesmo levando em conta suas limitações e o comportamento dos seus agentes, que têm, freqüentemente, seus próprios objetivos.

A despeito de todas essas diferenças, o conhecimento e a visão do mundo implícita em cada uma dessas tribos está longe de ser irrelevante para a boa governança da macroeconomia, cujo objetivo é maximizar o crescimento econômico, reduzir ao mínimo o desemprego, manter estável o valor da moeda e o equilíbrio externo dentro de um quadro de razoável justiça social. O conhecimento mais cuidadoso da história econômica e a pesquisa empírica cada vez mais ativa tendem a relativizar a estadofobia dos neoliberais e a estadolatria dos keynesianos, e levará, no futuro, a uma síntese das duas visões.

Quanto às tribos que rejeitam a atual forma de organização social (ela mesmo em permanente evolução), as dificuldades são maiores: seus generosos propósitos foram dissolvidos em experiências que mostraram um alto custo em termos de eficiência produtiva e um insuportável sofrimento humano, exatamente como haviam previsto, nos anos 30, muitas das tribos dos pacifistas. O que não se deve perder das tribos marxistas é o ideal de uma sociedade mais justa, dentro da qual o homem, com liberdade de escolha, possa realizar plenamente as suas potencialidades no trabalho.

Tem havido uma lenta convergência entre o entendimento de cada tribo sobre a "realidade" (seja isto o que for) e sobre os mecanismos que estimulam a eficiência produtiva num regime de plena liberdade individual, ou seja, no que se chama "economia de mercado". Há ainda séria divergência quanto à necessidade de incorporação à política econômica de políticas públicas capazes de aumentar a igualdade de oportunidade, que é necessária para dar moralidade ao mercado. Esta moralidade é cada vez mais imperiosa no regime de liberdade política das sociedades modernas, nas quais o governo é escolhido, pelo sufrágio universal, por tempo certo em limpa disputa eleitoral.

Para os neoliberais, a justiça social é um conceito estranho à teoria econômica. Virá por gravidade sem a "ajuda" do Estado, como resultado natural da plena liberdade dos mercados, da mesma forma que a abelha produz mel. Para os keynesianos, essa é uma visão tão utópica e perigosa quanto a marxista. Apenas está no outro lado da freqüência no dial.

Talvez um primeiro exemplo de convergência entre neoliberais e keynesianos esteja se processando no campo da prática monetária, exatamente onde o entendimento teórico do papel da moeda na atividade econômica é mais divergente. Parece haver um reconhecimento (produto da própria prática monetária neoliberal), que um Banco Central operacionalmente autônomo, que obedeça a um sistema de metas inflacionárias escolhidas pelo poder eleito, é mais eficiente para obter um bem público essencial – a relativa estabilidade do poder de compra da moeda – do que as políticas de renda que ainda continuam a dominar o pensamento de alguns velhos keynesianos.

O que é curioso é que, no meio dessa enorme competição entre as tribos, que tem produzido mais calor do que luz, alguns membros da grande nação se crêem, piamente, portadores de uma "verdadeira" e "única" ciência econômica…

 

Antonio Delfim Netto é professor emérito da FEA-USP, ex-ministro da Fazenda, Agricultura e Planejamento.

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Volta a Keynes?

Folha de São Paulo, São Paulo, quarta-feira, 12 de setembro de 2007

ANTONIO DELFIM NETTO

O relatório anual da instituição [BIS], o 77º, que cobre o período 1º/4/2006 a 31/3/ 2007, publicado no final de junho, é um exemplo do que dissemos acima. Encerra-se com um capítulo (pág. 139) que deveria ser leitura obrigatória nas aulas inaugurais dos cursos de economia e de todo cidadão que se intimida diante do aparente rigor técnico (em letras gregas) cometido por alguns ingênuos (ou muito espertos?) analistas que se crêem portadores da "ciência econômica".
Aqui vai, para servir de aperitivo e provocação, a tradução livre de algumas linhas: "A economia não é uma ciência, pelo menos não no sentido que a mesma experiência, repetida, produz sempre o mesmo resultado"… "as previsões econômicas são às vezes equivocadas, particularmente quando o ciclo está mudando, quando as informações são insuficientes, quando os modelos são deficientes e quando os choques aleatórios conspiram para gerar resultados insatisfatórios"… "Mais ardilosa ainda é a idéia de calcular probabilidades que encerram os riscos das previsões. De fato, isso é tão difícil que não é exagero dizer que vivemos num mundo fundamentalmente incerto -um mundo no qual as probabilidades não podem ser calculadas- e não num mundo apenas com riscos". E completa: "A história econômica é um bom guia a esse respeito".
Ah, o velho Keynes. contatodelfimnetto uol.com.br


ANTONIO DELFIM NETTO escreve às quartas-feiras nesta coluna.
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Economia Monetária Pós-Keynesiana
Prof. Eduardo Strachman
2o semestre de 2007

A. Objetivos
O curso tem por objetivo apresentar a teoria monetária pós-keynesiana, comparando-a e diferenciando-a com a abordagem da tradicional, em seus mais importantes tópicos.
B. Método de Avaliação
O curso compõe-se de aulas expositivas. Será dado um único trabalho a ser entregue no final do curso. O trabalho deverá ser digitado, tendo um limite máximo de 5 páginas, em espaço 1,5, Times New Roman 12, com 3 cm de margens laterais e verticais.
C. Programa
1. O papel da moeda nas abordagens pós-keynesiana e da síntese neoclássica (2 aulas)
– Davidson, Paul (1978) “Why money matters: some lessons of past half century of monetary theory”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 1, n. 1, p. 46-70, outono. Traduzido para o espanhol “Por qué importa el dinero: lecciones de medio siglo de teoria monetaria” in Ocampo, J. A. (org.) Economía Poskeynesiana. México: Fundo de Cultura Económica, p. 78-99, 1988.
– Minsky, Hyman P. (1980) “Money, financial markets and the coherence of a market economy”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 3, n. 1, p. 21-31, fall.
– Davidson, P. (1994) Post-Keynesian Macroeconomic Theory. Aldershot: Edward Elgar, caps. 6, 7 e 8.
– Kregel, Jan (1980) “Markets and institutions as features of a capitalist production system”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 3, n. 1, p. 32-48, fall. Traduzido para o espanhol “Mercados y Instituciones como aspectos de un sistema de producción capitalista” in Ocampo, J. A. (org.) Economía Poskeynesiana. México: Fundo de Cultura Económica, p. 62-77, 1988.
– Dow, Sheila C. (1993) Money and the Economic Process. Aldershot, Edward Elgar, cap. 2.
– Carvalho, Fernando C. de (1994) “Temas de política monetária keynesiana”. Ensaios FEE, v. 15, n. 1, p. 33-61.
– Wray, L. Randall (2006) Keynes’s Approach To Money: an assessment after 70 years. The Levy Economics Institute of Bard College Working Paper, n. 438, jan.

2. Debate sobre a Taxa de Juros e a Oferta de Moeda (2 aulas)
– Wray, L. Randall (1990) Money and Credit in Capitalist Economies: the Endogenous Money Approach. Aldershot: Edward Elgar, caps. 5 e 6.
– Carvalho, Fernando C. de (1996) “Sorting out the issues: the two debates on Keynes’ finance motive revisited”. Revista Brasileira de Economia, v. 50, n. 3, p. 312-327, jul.
– Hewitson, Gillian (1995) “Post keynesian monetary theory: some issues”. Journal of Economic Surveys, v. 9, n. 3, p. 285-310, set.
– Fontana, Giuseppe (2004) “Rethinking endogenous money: a constructive interpretation of the debate between horizontalists and structuralists”. Metroeconomica, v. 55, n. 4, p. 367-385, nov.

3. Moeda e Ciclos: a abordagem de Minsky (2 aulas)
– Minsky, Hyman P. (1975) John Maynard Keynes. Nova York: Columbia University Press, caps. 3, 4 e 5.
– Minsky, Hyman P. (1982) Can “It” Happen Again? (Caps. a determinar)
– Minsky, Hyman P. (1986) Stabilizing an Unstable Economy. New Haven: Yale University Press, caps. 8 e 9.
– Kregel, Jan e Burlamaqui, Leonardo (2006) Finance, Competition, Instability, and Development: microfoundations and financial scaffolding of the economy. Working Papers in Technology Governance and Economic Dynamics. The Other Canon Foundation, Tallinn University of Technology. n. 4, jan. Itens 4 e 5.

4. Política Monetária Pós-Keynesiana (1 aula)
– Wray, L. Randall (1998) Trabalho e Moeda Hoje. Rio de Janeiro: Contraponto, caps. 1, 2 e 3.
– Wray, L.R. (2001). “Money and Inflation”. In: Holt, R.P.F. e Pressman, S. (eds.) A New Guide to Post Keynesian Economics. London: Routledge, pp. 79-91.
– Chick, Victoria e Dow, Sheila C. (2002) “Monetary policy with endogenous money and liquidity preference: a nondualistic treatment”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 24, n. 4, p. 587-607.
– Carvalho, Fernando C. de (2005) “Uma contribuição ao debate em torno da eficácia da política monetária e algumas implicações para o caso do Brasil”. Revista de Economia Política, v. 25, n. 4, p. 323-336, out./dez.

5. Mecanismo de Transmissão da Política Monetária: novos vs. pós-keynesianos (2 aulas)
– Bernanke, Ben S. e Gertler, Mark (1995) “Inside the black box: the credit channel of monetary policy transmission”. Journal of Economic Perspectives, v. 9, n. 4, p. 27-48, outono.
– Gertler, Mark e Gilchrist, Simon (1993) “The role of credit market imperfections in the transmissions of monetary policy: arguments and evidence”. Scandinavian Journal of Economics, v. 95, n. 1, p. 43-64, may.
– Stiglitz, Joseph E. e Weiss, Andrew (1992) “Asymmetric information in credit markets and its implications for macroeconomics”. Oxford Economic Papers, v. 44, n. 4, p. 694-724, out.
– Chick, Victoria (1994) “A evolução do sistema bancário e a teoria da poupança, do investimento e dos juros”. Ensaios FEE, v. 15, n. 1, p. 9-23.
– van Ees, Hans e Garretsen, Harry (1993) “Financial markets and the complementarity of asymmetric information and fundamental uncertainty”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 16, n. 1, p. 37-48.
– Dymski, Gary A. (1993) “Keynesian uncertainty and asymmetric information: complementary or contradictory?” Journal of Post Keynesian Economics, vol. 16, n. 1, p: 49-54.
– Wolfson, Martin H. (1996) “A post keynesian theory of credit rationing”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 18, n. 3, p. 443-470.

6. Inflação, metas e instrumentos de política monetária (2 aulas)
– Wray, L. Randall (1998) Trabalho e Moeda Hoje. Rio de Janeiro: Contraponto, caps. 4 a 7.
– Kriesler, Peter e Lavoie, Marc (2004) The New View on Monetary Policy: the new consensus and its post-keynesian critique. The Third Australian Society of Heterodox Economists Conference. University of New South Wales. Sydney: Mimeo.
– Fontana, Giuseppe e Palacio-Vera, Alfonso (2004) Is Long-Run Price Stability and Short-Run Output Stabilization All that Monetary Policy Can Aim for? The Third Australian Society of Heterodox Economists Conference. University of New South Wales. Sydney: Mimeo.
– Arestis, Philip; Caporale, Guglielmo M. e Cipollini, Andrea (2002) “Does inflation targeting affect the trade-off between output gap and inflation variability?”. The Manchester School, v. 70, n. 4, p. 528-545.
– de Mendonça, Helder F. (2001) Independência do Banco Central, Âncoras Nominais e Coordenação de Políticas: Uma Análise de Diversos Mecanismos de Estabilização. Rio de Janeiro: UFRJ. Tese (Doutorado) – Instituto de Economia Industrial, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Cap. 2 e 3.

7. Regras, Discrição e Independência do Banco Central (2 aulas)
– Fontana, Giuseppe e Palacio-Vera, Alfonso (2002) “Monetary policy rules: what are we learning?”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 24, n. 4, p. 547-568.
– de Mendonça, Helder F. (2001) Independência do Banco Central, Âncoras Nominais e Coordenação de Políticas: Uma Análise de Diversos Mecanismos de Estabilização. Rio de Janeiro: UFRJ. Tese (Doutorado) – Instituto de Economia Industrial, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Caps. 1 e 4.

8. Moeda e Relações Internacionais (2 aulas)
– Davidson, Paul (1994) Post-Keynesian Macroeconomic Theory. Aldershot: Edward Elgar, caps. 12, 13, 14 e 16.
– Minsky, Hyman P. (1991) Financial crises: systemic or idiosyncratic?. Jerome Levy Economics Institute Working Paper, n. 51.
– Minsky, Hyman P. (1993) Financial Integration and National Economic Policy. [s.l.]: Mimeo.
– Kregel, Jan (1998) Yes, ‘it’ did happen again: a Minsky crisis happened in Asia. Jerome Levy Economics Institute Working Paper, n. 234.
– Wolfson, Martin H. (2002) “Minsky’s theory of financial crises in a global context”. Journal of Economic Issues, v. 36, n. 2, p. 393-400, june.
– Barbosa Fo, Nelson H. (2006) Exchanges Rates, Growth and Inflation. Annual Conference on Development and Change. Campos do Jordão: Mimeo.
– Dow, S.C. (1986-87). “Post-Keynesian monetary theory for an open economy”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 9, n. 2, p. 237-257, winter.
– Moreno-Brid, J.C. (1998-99). “On capital flows and the balance-of-payments constrained growth model”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 21, n. 2, p. 283-298, winter.
– Harvey, J.T. (1991). “A Post-Keynesian View of Exchange Rate Determination”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 14, n. 1, p. 61-71, fall.

9. Bancos em uma visão pós-keynesiana (1 aula)
– Dymski, Gary A. (1988). “A keynesian theory of bank behavior”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 10, n. 4, p. 499-526, summer.
– Wray (1989). “A Keynesian theory of banking: a comment on Dymski”. Journal of Post Keynesian Economics, v. 12, n. 1, p. 152-156, fall.
– Dymski (1989). “Keynesian versus credit theories of money and banking: a reply to Wray”. Journal of Post Keynesian Economics, vl 12, n. 1, p. 157-163, fall.
– Wray, L. Randall (2003) Trabalho e Moeda Hoje. Rio de Janeiro: Contraponto, cap. 5.
– Carvalho, Fernando C. de (1999) “On banks’ liquidity preference”. In Davidson, Paul & Kregel, Jan (Orgs.) Full Employment and Price Stability in a Global Economy. 1a ed. Cheltenham: Edward Elgar, p. 123-138. (http://www.ie.ufrj.br/moeda/)
– de Paula, Luiz F. (1999). “Teoria da firma bancária”. In Lima, Gilberto T.; Sicsú, João & de Paula, Luiz F. (Orgs.) Macroeconomia Moderna: Keynes e a Economia Contemporânea. Cap. 7.
– Kregel, Jan e Burlamaqui, Leonardo (2006) Finance, Competition, Instability, and Development: microfoundations and financial scaffolding of the economy. Working Papers in Technology Governance and Economic Dynamics. The Other Canon Foundation, Tallinn University of Technology. n. 4, jan. Itens 2 e 3.
– Zendron, Patricia (2006) Instituições Bancárias, Concessão de Crédito e Preferência pela Liquidez: Três Ensaios na Perspectiva Pós-Keynesiana. Rio de Janeiro: UFRJ. Tese (Doutorado) – Instituto de Economia Industrial, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Caps. 2 e 3.
– Alves Jr., Antonio; Dymski, Gary & de Paula, Luiz F. (2004) Banking Strategy and Credit Expansion: a Post Keynesian Approach. Programa de Seminários Acadêmicos. Instituto de Pesquisas Econômicas – Universidade de São Paulo (IPE-USP) (http://www.econ.fea.usp.br/seminarios/artigos2/banking_strategy.pdf)

Total 16 aulas

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