Economy and Society II de José Porfiro – Specific

16 de junho de 2008

CRISE ALIMENTOS (FALTA e PREÇOS) – V

Filed under: Sem categoria — Porfiro @ 10:31 PM
 
 
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COMÉRCIO INTERNACIONAL 10jun2008

Calendário agrícola "conspira" contra Rodada de Doha

A crise dos preços dos alimentos e a aprovação da lei agrícola no congresso dos Estados Unidos complicam negociações para um novo acordo comercial internacional. Para G20, grupo integrado pelas principais nações em desenvolvimento, nova lei agrícola dos EUA representa um retrocesso.

Gustavo Capdevila (IPS )

GENEBRA – Sem chegar à crise do setor de produtos industriais, as negociações agrícolas na Organização Mundial do Comércio também enfrentam dificuldades consideráveis para alcançar os acordos de liberalização pretendidos pela Rodada de Doha. “No momento, não creio que a suspensão das negociações na área de produtos industriais ocasione alguma mudança na agricultura”, disse à IPS Crawford Falconer, presidente do comitê que discute a abertura do comércio agrícola na rodada convocada pela OMC. “Mas, veremos nos próximos dias se tem influência em algumas das delegações”, acrescentou.

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CRISE ESTRUTURAL – 05-06-2008

Alimentação: América Latina e os 13 vilões

Um estudo do Sistema Econômico Latino-americano e do Caribe (Sela) identificou 13 razões, estruturais e conjunturais e que estão relacionadas tanto com a oferta quanto com a demanda de alimentos. A primeira é o aumento do investimento financeiro em commodities. Outro fator está relacionado às políticas protecionistas.

Humberto Márquez (IPS)

CARACAS – Os vilões da história do encarecimento dos alimentos são 13 e passam por razões estruturais e conjunturais, associadas à oferta e à demanda, segundo o Sistema Econômico Latino-americano e do Caribe. Para enfrentá-los, a cooperação regional é imprescindível. “É preciso atuar em diferentes frentes, a partir de uma coordenação política que defenda os interesses regionais”, disse à IPS o secretário permanente do Sela, o mexicano José Rivera, às portas de uma reunião regional que diagnosticou o problema.

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LIBERALIZAÇÃO COMERCIAL – 29-05-2008

Como fabricar uma crise global

Como foi que os mexicanos, que vivem na terra onde o milho foi domesticado, chegaram a depender do grão produzido nos EUA? Como foi que as Filipinas, que exportavam arroz, passaram a ser o maior importador mundial deste produto? Como no México, os agricultores filipinos perderam o apoio do Estado e descobriram os "encantos" da liberalização comercial. A análise é de Walden Bello.

Walden Bello – La Jornada

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PARADOXO GLOBAL – 27mai2008

Pobreza: Mal que cresce em abudância

A produção mundial nunca foi tão extraordinária: no ano passado chegou à marca dos US$ 50 bilhões. Paradoxalmente, a pobreza mundial está aumentando. Quase um bilhão de pessoas vivem com menos de um dólar por dia, e 800 milhões vão para a cama todas as noites com fome.

Thalif Deen, da IPS

HIROXIMA – A pobreza mundial aumenta, paradoxalmente, em um dos momentos mais prósperos da história da humanidade. Kul Chandra Gautam, ex-assistente do secretário-geral da Organização das Nações Unidas e vice-diretor-executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) disse que a produção mundial nunca foi tão extraordinária: no ano passado chegou à marca dos US$ 50 bilhões. Neste tempo de prosperidade global sem precedentes, na qual alguém se converte em milionário a cada dois dais, “temos uma situação contrastante em que quase um bilhão de pessoas vivem com menos de um dólar por dia, e 800 milhões vão para a cama todas as noites com fome”, acrescentou.

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ABERTURA COMERCIAL   16mai2008

Alimentação: Crise, outro sintoma da liberalização

A crise provocada pela alta no preço dos alimentos não deveria surpreender ninguém. Trata-se apenas da mais recente de uma série de conseqüências da abertura das fronteiras praticada por muitos países em desenvolvimento, como parte de acordos com o FMI e o Banco Mundial.

Aileen Kwa (IPS)

GENEBRA – O encarecimento dos alimentos desatou distúrbios em muitos países do Sul, da Indonésia a Camarões, da Índia à Costa do Marfim, de Bangladesh ao Haiti. Mas, isso não deveria surpreender ninguém. Trata-se apenas da mais recente de uma série de conseqüências da abertura das fronteiras praticada por muitos países em desenvolvimento, como parte de acordos com o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial, medidas de ajuste estrutural que acabaram prejudicando o setor agrícola e minando sua capacidade de produzir alimento.

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