Economy and Society II de José Porfiro – Specific

12 de abril de 2009

CHE GUEVARA – FILME

Filed under: Sem categoria — Porfiro @ 11:46 AM
 

Mentiras sobre Che me levaram a escrever sobre meu amigo de infância, diz autor de livro

Fabiana Uchinaka
Do UOL Notícias – 12/04/2009
Em São Paulo

 

SINOPSE

O diretor Steven Soderbergh filma com distanciamento quase documental dois momentos na vida do lider revolucionário Ernesto "Che" Guevara: a campanha para a tomada do poder em Cuba, em 1959, e a visita à ONU em Nova York, em 1964.

 
 
Revolucionário e guerrilheiro latino-americano

Ernesto "Che" Guevara

14/6/1928, Rosário, Argentina
9/10/1967, Higuera, Bolívia

Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

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Ernesto Guevara, também conhecido como CHE

”Filme chega em boa hora aos EUA”

Sexta-Feira, 27 de Março de 2009 – O Estado do São Paulo

Rodrigo Santoro, que vive Raúl Castro em Che, fala do sucesso americano do longa e de sua carreira, no Brasil e no exterior

Luiz Carlos Merten

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Rodrigo Santoro não se esquece da emoção que sentiu ao assistir a Che com uma plateia de 4 mil pessoas no gigantesco Teatro Karl Marx, durante o Festival de Havana, em dezembro. Após a Mostra Internacional de São Paulo, a que compareceu para acompanhar Benicio Del Toro na exibição do díptico de Steven Soderbergh sobre o lendário guerrilheiro, na noite de encerramento do evento, Santoro foi à Espanha para prestigiar, também lá, a estreia do filme. Che bateu a bilheteria dos blockbusters de fim de ano na Espanha e, nos EUA, encontrou seu público na costa Oeste e na Leste. Em Los Angeles, as duas partes foram lançadas simultaneamente. Não houve ainda, pelo menos por enquanto, lançamento no meio-Oeste, onde habita a maioria silenciosa dos EUA, o eleitorado de George W. Bush. … … … … … continua
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"Che foi meu personagem mais díficil"

Premiado pelo papel do guerrilheiro no longa de Steven Soderbergh, Benicio Del Toro diz que a obra "respeita a história’

À Folha, ator afirma que se vê em Rodrigo Santoro, intérprete de Raúl Castro no longa, e conta que tem planos de se tornar diretor

Sexta-Feira, 27 de Março de 2009 – Folha de São Saulo

 

O ator mexicano Demián Bichir, como Fidel Castro, e o porto-riquenho Benicio Del Toro, como Che, discutem a estratégia da Revolução Cubana, em cena do filme

SILVANA ARANTES
DA REPORTAGEM LOCAL

"Como se sente sendo um símbolo?", pergunta a repórter de TV ao guerrilheiro Ernesto Che Guevara (Benicio Del Toro), em "Che", épico do americano Steven Soderbergh, cuja primeira parte -"O Argentino" (2h06)- estreia hoje no Brasil.
É 1964, e Che está em Nova York, onde desafiou a assembleia da ONU com um discurso afirmativo da Revolução Cubana, incluindo a execução de dissidentes: "A pátria ou a morte!". Del Toro, 42, nascido em Porto Rico e criado nos EUA, fala sobre como foi dar corpo ao símbolo Che, na entrevista a seguir, feita durante a Mostra de Cinema de São Paulo, em outubro passado.

 

FOLHA – Notou diferença ao interpretar um personagem que de fato existiu em relação aos ficcionais?

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CINEMA/ESTREIAS Crítica/"Che" –  Folha de São Paulo – 27mar2009

Biografia desafia tabus de Hollywood e busca a verdade por trás do guerrilheiro

INÁCIO ARAUJO
CRÍTICO DA FOLHA

Em "Che", o prazer vem em grande medida da coincidência entre o mito e o filme. Steven Soderbergh vê Ernesto Guevara como o seu tempo o enxergou: jovem intrépido, idealista, inteligente, acima da pátria. Em suma, um revolucionário, o revolucionário latino-americano por excelência num tempo em que isso dizia alguma coisa.
"Che" funciona antes de tudo por contraste. Trata-se de mostrar alguém disposto a mudar o mundo, que fazia disso o sentido da existência mesmo que à custa da própria vida. Ainda há algo mais: o reencontro com uma época em que esse tipo de ideal não era uma aberração.
E daí? -pode-se sempre objetar. Com o marxismo fora de combate, o reencontro com um personagem como Che seria inócuo, desprovido de eficácia política. Pode ser. Mas política não é tudo na vida. A verdade é mais. E a empreitada consiste em aproximar mito e fatos, em buscar a verdade de Guevara.
Aqui, encontramos o Che em dois tempos: antes e depois da vitória da Revolução Cubana. Ele começa como um médico disciplinado, mas já líder cuja responsabilidade cresce até tornar-se comandante da guerrilha de Fidel Castro. Depois da vitória, torna-se ministro e responsável por defender Cuba na ONU, quando as Américas unem-se para combatê-la.

Aventura
O filme é um desafio a vários tabus hollywoodianos. O primeiro, biografar sem prejulgamentos um líder político contrário aos EUA. Ou seja, esse Che não é homem admirável pelo seu idealismo e condenável pelas suas crenças. Os dois vão juntos. Ou os mais de dois: o médico, o revolucionário, o estrategista e, por que não, o galã por quem as mulheres ficavam caídas. O segundo tabu não é mais simples de vencer: cercar-se de atores latinos e filmar na língua certa, espanhol.
Estamos no reino da aventura, como em "Onze Homens e um Segredo". Só que agora não se rouba um cassino: toma-se o poder. Não é inconsequente este movimento: existe um bocado de aventura a recuperar na revolução. Nesse sentido, é um filme da euforia: quase o "Cantando na Chuva" de um século que se abre com poucas perspectivas.
Pois o fundamento político do filme está menos nos regimes em causa do que na observação, a partir da trajetória do Che, este Prometeu moderno, de que, se a Revolução Cubana mudou nos últimos 50 anos, e não necessariamente para melhor, o resto do mundo também caminhou, e não necessariamente para frente. A que se opõe Guevara, além do capitalismo? A um mundo de especialistas, de falas autorizadas, de autoridades nisso e naquilo. Ou seja, o nosso.


CHE

Direção: Steven Soderbergh
Produção: EUA, Espanha, França, 2008
Com: Benicio Del Toro, Catalina Sandino Moreno, Rodrigo Santoro
Onde: em cartaz no Espaço Unibanco Augusta, Villa-Lobos e circuito
Classificação: não indicado a menores de 12 anos
Avaliação: ótimo

PARTE DOIS NÃO TEM DATA DE ESTREIA

"A Guerrilha" (2h11 de duração), segunda parte de "Che", enfoca os 341 dias que o guerrilheiro passou na selva boliviana, planejando a revolução naquele país, até ser capturado e morto. O diretor queria lançamento simultâneo dos filmes. No Brasil, não há data fixada para a estreia da parte dois.

 

 
 

SINOPSE

Aos 23 anos, Ernesto Guevara, antes de se tornar "Che", sai de Buenos Aires para uma viagem de moto pela América do Sul com o amigo Alberto Granado

DADOS DO DVD

  • Extras: Três cenas inéditas: "Roubando Vinho" (o jovem Guevara rouba vinho), "Sobrevivendo ao Felix", "O Piloto Cego"; "Ouvindo os Leprosos" (cena que parece improvisada em que Gael ouve testemunho dos doentes); entrevista com Alberto Granado com seqüência de fotos
 
 
 
 
 
 
 
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1 Comentário »

  1. Eu amei o que vi sempre fui um simples simpatisante de che mais não podia imaginar a sua grandesa como homen de carater e moral .Quando falo de moral é no sentido de que a revolução por uma nação melhor não seguinifica roubar matar em demasia e sim por amor ao ideal primeiro que é no meu ver o direito igual para todos .Nós aqui no brasil temos que aprender com ele pois aqui já esta pasando da hora de nos unirmos por conta de quen realmente precisa e merece pois os grandes capitalistas nacionais e internacionais devagarzinho estão sufocando os direitos de quen realmente tem ,por comta de intereces proprios e nada mais .

    Comentário por claudio — 17 de outubro de 2009 @ 12:22 PM


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